"Entregar uma Terra em boas condições às novas gerações é uma preocupação de todo o cristão, e, portanto, também da Jornada Mundial”, explica a responsável pelo projeto, Eva Latonda.
O cálculo para a devida compensação das emissões de gases – inevitáveis em eventos gigantescos como esse – será feito pela companhia Zeroemissions, com a posterior compra de créditos voluntários de carbono.
“Estamos encantados por colaborar com este projeto. Esta prática de compensação voluntária de emissões é cada vez mais usual e está marcando tendência em eventos nos quais se reúne uma grande quantidade de pessoas. Por exemplo, foi feito nas Olimpíadas de Inverno de Vancouver 2010 e nos shows do grupo U2”, complementou o diretor de Zeroemissions, Emilio Rodríguez Izquierdo.
Os créditos de carbono são um instrumento contemplado no protocolo de Kioto. Esses créditos geram-se através de projetos sustentáveis que, sem a ajuda econômica que supõe a aquisição desses créditos, não poderiam continuar. No caso da JMJ de Madrid, serão comprados créditos em cinco projetos, um em cada continente: um campo de energia eólica em Nueva Caledonia, uma mini hidráulica em Honduras, um projeto de reflorestamento na Uganda e dois projetos de recuperação de metano em aterros da China e Turquia.
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